N. Katherine Hayles. Translating Media: Why We Should Rethink Textuality; “The Yale Journal of Criticism”. pp. 263-364
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O vírus informático caracteriza-se pela instrução ou por uma série de instruções parasitas introduzidas num programa, de modo a provocar diversas perturbações no funcionamento do computdor. Este adventício, que tem uma existência puramente computacional, tem consequências visíveis na página Web visto que é nesta que se proliferam e, também, se reflectem através de erros e falhas.
O objecto editorial foi contaminado e a sua leitura impossibilitada. Por outro lado, e de forma a complementar, está a plataforma Web que descodifica e permite a leitura do objecto anterior.
A exploração do vírus desdobra-se, assim, em duas partes explorando de duas maneiras o conteúdo/informação.
Trata-se de um objecto híbrido constituído por uma página Web e um livro impresso que apresenta vários sintomas de virose causados por worms, trojans e bombas lógicas.
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::Objecto editorial contaminado::
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::Páginas impressas das imagens do livro original existente na plataforma Web::
