15.7.09

/P/r/o/j/e/c/t/o/ /V/Í/R/U/S/


[…] The advent of electronic textuality presents us with an unparalleled opportunity to re-formulate fundamental ideas about texts and, in the process, to see print as well as electronic texts with fresh eyes. For theory, this is the “something gained” that media translation can offer. It is a gift we cannot afford to refuse.”

N. Katherine Hayles. Translating Media: Why We Should Rethink Textuality; “The Yale Journal of Criticism”. pp. 263-364


O vírus informático caracteriza-se pela instrução ou por uma série de instruções parasitas introduzidas num programa, de modo a provocar diversas perturbações no funcionamento do computdor. Este adventício, que tem uma existência puramente computacional, tem consequências visíveis na página Web visto que é nesta que se proliferam e, também, se reflectem através de erros e falhas.


O objecto editorial foi contaminado e a sua leitura impossibilitada. Por outro lado, e de forma a complementar, está a plataforma Web que descodifica e permite a leitura do objecto anterior.

A exploração do vírus desdobra-se, assim, em duas partes explorando de duas maneiras o conteúdo/informação.

Trata-se de um objecto híbrido constituído por uma página Web e um livro impresso que apresenta vários sintomas de virose causados por worms, trojans e bombas lógicas.









::Objecto editorial contaminado::






::Páginas impressas das imagens do livro original existente na plataforma Web::